Categories
WhatsApp

Como utilizar o WhatsApp a favor do seu negócio

Você já deve saber como utilizar o WhatsApp para fins comerciais, não é mesmo? Mas será que a sua estratégia é a mais assertiva? Em um contexto em que cada vez mais empresas vem se valendo dessa ferramenta, essa é uma pergunta que faz todo o sentido. Afinal, é normal que quem esteja ainda explorando as possibilidades desse recurso não tenha conhecimento de algumas funcionalidades imprescindíveis ou incorra em alguns erros.

Pensando em trazer os melhores esclarecimentos sobre todos esses pontos, preparamos uma espécie de guia sobre como utilizar o WhatsApp a favor de seu negócio. Falaremos sobre como estruturar um atendimento personalizado, sobre os cuidados a serem tomados com as práticas de SPAM, de estratégias para divulgar ofertas e serviços e muito mais. Não deixe de conferir!

Comunicação ágil e eficaz

Quando se fala em utilizar um perfil comercial via WhatsApp, o que logo vem a mente é a aplicação do recurso de automatização de mensagens. Essa é uma forma de agilizar as respostas aos clientes e obter um ganho importante de tempo.

No entanto, muita gente ainda enxerga com desconfiança essa funcionalidade por acreditar que as respostas enviadas por chat bots sejam muito impessoais, o que acabaria desagradando parte do público. Quanto a isso, o que temos a dizer é: isso não é necessariamente um problema.

Com a evolução da tecnologia de inteligência artificial, os sistemas operacionais para envio de respostas automáticos vêm ganhando complexidade, o que permite uma interação de melhor qualidade e uma comunicação mais assertiva.

Além disso, a atuação dos chat bots devem estar sempre combinado ao trabalho humano. No caso do WhatsApp, depois do envio de respostas padrão, o mais indicado é que um atendente esteja disponível para esclarecer maiores dúvidas e apresentar as soluções oferecidas pela empresa com mais detalhes.

Fuja do SPAM

Quem mantém um perfil comercial no WhatsApp de forma intuitiva e sem se valer dos recursos voltados a automatização, utilização de etiquetas ou geração de relatórios, costuma incorrer em um erro muito perigoso, que é o envio de SPAM’s. Para quem não está muito familiarizado com o termo, o SPAM nada mais é que o envio indiscriminado de mensagens com suas ofertas de serviço para grupos de contatos.

Esse tipo de conduta é proibida pelos termos de uso do WhatsApp e pode levar a exclusão de sua conta, o que não é nada desejado, não é mesmo? Por isso, na hora de trabalhar com o envio de mensagens em massa, é importante contar com um serviço profissional, que protege resguarda seu número, impedindo qualquer penalidade.

Divulgação de ofertas e serviços

Como já vínhamos falando, o WhatsApp pode ser uma ferramenta poderosa para divulgação de seus serviços. Afinal de contas, essa é um canal de comunicação em que a esmagadora maioria das pessoas utiliza diariamente, fazendo com que qualquer estratégia comercial ou de vendas não possa desconsiderá-lo.

E mais que simplesmente remeter mensagens para o seu público, é possível estabelecer um contato de qualidade. Com a utilização de etiquetas, por exemplo, é possível classificar cada conversa por nível de prioridade e nunca deixar aquele contato estratégico sem resposta, aumentando as chances de fechar negócio.

Com a emissão de relatórios com as estatísticas que envolvem vários aspectos de sua conta, também é possível mensurar se a abordagem que vem sendo utilizada é efetiva. Pense, por exemplo, que a taxa de resposta de mensagens em massa pode ser um bom indicador nesse sentido.

Oferta do serviço de atendimento ao cliente

O serviço de atendimento ao cliente, o famoso SAC das empresas, é uma exigência legal e deve ser levado a sério por empresas de todos os segmentos. Tradicionalmente, esse era um serviço ofertado via telefone, o que acabava por exigir a disponibilização de atendentes.

Com o WhatsApp, as organizações ganharam uma forma menos onerosa e mais eficiente para dar encaminhamento a demandas desse tipo. Seu perfil comercial pode centralizar toda essa comunicação e oferecer as informações que seus clientes precisam a contento e em tempo hábil.

Como visto no artigo de hoje sobre como utilizar o WhatsApp em favor de seu negócio, essa ferramenta pode ser utilizada para vários fins. Ao mesmo tempo, há a necessidade de se valer de abordagens assertivas para chegar a bons resultados.

E é nesse contexto que chegamos à necessidade de terceirização da automação da comunicação via WhatsApp, essa que já é uma tendência mundial no mundo corporativo. Para quem ainda não está familiarizado com essa solução, trata-se de contar com um serviço profissional que detém tecnologia para gerir toda a comunicação e atendimento de sua empresa por essa ferramenta da melhor forma possível.

Pensando nisso, convidamos você a conhecer as funcionalidades do Polichat diretamente em nosso site. Entre e confira. Você vai se surpreender!

Categories
WhatsApp

5 motivos para você utilizar o WhatsApp Business na sua Empresa

O Whatsapp Business, a exemplo do aplicativo em sua versão tradicional, vem se popularizando entre usuários de todo o país. Para quem ainda não conhece essa versão, saiba que se trata da mesma interface do Whatsapp com o plus de novas funcionalidades voltadas a perfis comerciais de empresas. E o melhor: mesmo com esse upgrade, essa versão também é gratuita, tanto para o sistema android e, mais recentemente, para o IOS.

No post de hoje, vamos apresentar 5 motivos para você passar a utilizar essa ferramenta em seu negócio e otimizar alguns de seus processos de trabalho, como o relacionamento com seus clientes. Não deixe de conferir!

Perfil comercial

Em princípio, o que mais chama a atenção no Whatsapp Business é a possibilidade de manter um perfil comercial com informações sobre sua empresa, como nome, endereço, horário de funcionamento, telefone e afins. Esses dados ficam aparentes na interface inicial de sua conta e proporcionam que seus clientes as acessem de forma rápida e fácil.

Além disso, uma conta nesses moldes confere maior institucionalidade aos canais de comunicação de sua empresa, que com o Whastapp Business passam a ter uma identidade de um perfil comercial.

Respostas rápidas

Passando a utilização da aplicação propriamente, temos na automatização a funcionalidade mais importante do Whatsapp Business. Afinal de contas, para quem precisa gerenciar centenas de contatos e um volume crescente de mensagens, nada melhor que enviar mensagens automáticas padronizadas até que se possa efetivamente contatar o cliente.

Em uma primeira mensagem de um cliente, por exemplo, é possível enviar um texto padrão com uma saudação e informar que tão breve quanto possível um dos atendentes retornará o contato. O mesmo vale para a resposta de mensagens enviadas fora do horário comercial, momento em que ninguém estará disponível para responder.

Há também a possibilidade de criar respostas padrões para perguntas recorrentes. Imagine, por exemplo, que um dessas perguntas seja um pedido de orçamento para produtos cujos preços sejam tabelados. Nesse caso, bastaria enviar um informe com esses custos por item e o cliente estaria prontamente respondido.

Função estatística

Munido dessas informações, você pode conhecer mais e melhor de que forma sua empresa é demandada e qual o perfil dos clientes que entrem em contato com você com esse canal. 

Organização por etiquetas

Imagine poder classificar seus contatos no perfil comercial de sua empresa por escala de prioridades ou por tipos de mensagens. Sim, esse é mais um recurso do Whatsapp Business. Com ele, você pode, por exemplo, organizar as mensagens que devem ser respondidas mais rapidamente e não deixar sem retorno o contato de um cliente estratégico.

Ou, ainda, você pode segmentar seus contatos por clientes, potencias clientes, os classificando por uma propensão a fechar negócio. Isso pode ajudar e muito sua equipe de vendas a gerenciar seus processos de trabalho.

Explore outras funcionalidades com o Polichat

Ainda que o Whatsapp Business ofereça tantos recursos ao usuário, essa ainda está longe de ser uma ferramenta perfeita. E para quem pensa em explorar novas funcionalidades, o Polichat, empresa especializada em operacionalizar o uso do whatsapp para fins comerciais, possibilita uma série de novas aplicações para empresas que pretendem chegar a melhores resultados na gestão de relacionamento com o cliente. Conheça algumas delas:

  • Múltiplos operadores  – Vários operadores atendendo seu WhatsApp de forma simultânea, sem misturar suas respectivas conversas;
  • Direcionamento de atendimento – Encaminhe a conversa para que outro usuário possa dar continuidade ao atendimento daquele cliente;
  • Avaliação de clientes – Veja o que os clientes acham de vocês. Crie cartões e colete avaliações.

Com o post de hoje, esperamos ter trazido os melhores esclarecimentos sobre o Whastapp Business. Como você pode perceber, trata-se de uma ferramenta única para quem pensa em obter um ganho de qualidade na gestão do próprio negócio, em especial com o relacionamento com o cliente.

E para explorar com ainda mais eficiência todas as funcionalidades do whatsapp business, conheça o Polichat ferramenta de centralização de comunicação com seus clientes. Entre em nosso site e teste este recurso.

Categories
Polichat

Polichat na Apas Show 2019 inovação no setor supermercadista

Conheça o Apas Show

A  Apas Show é a maior feira de alimentos, bebidas, higiene, limpeza, equipamentos e tecnologia para supermercados do mundo. Gigantes desses setores como Ambev, Nestlé e Elo se reúnem em um evento de 4 dias para trocar experiências, acompanhar cases inovadores, encontrar novos parceiros de negócio e qualificar seus colaboradores neste espaço, que conta com atores tão estratégicos para o setor supermercadista.

Na edição 2019, que aconteceu entre 06 e 09 de maio, no Expo Center Norte, na cidade de São Paulo, tivemos:

  • 71.391 pessoas físicas inscritas;
  • 13.105 pessoas jurídicas inscritas;
  • 4.073 congressistas;
  • 639 visitantes internacionais de 53 países.

Apas Show 2019 e a temática inovação

Nesta 35ª do Apas Show, o tema do evento foi inovação no setor supermercadista. Norteados por essa diretriz, todos os expositores e palestrantes foram desafiados a discutir e trazer cases capaz de revolucionar os processos de trabalho que tivessem alguma interface com supermercados. Nesse sentido, a maior novidade trazida pelos organizadores foi o espaço “Arena da inovação”.

Segundo descrição da própria organização:

“esse é um espaço destinado a promover uma grande troca de conhecimento e geração de ideias sobre as diversas soluções que as áreas de tecnologia e inovação promovem para o setor supermercadista. Startups nacionais e internacionais serão selecionadas para expor, de forma isenta de investimento, seus produtos para os visitantes da maior feira do setor no mundo.”

Partindo de uma metodologia própria voltada a pontuar o desempenho de cada inciativa apresentada, 20 starups toparam o desafio de fazer parte deste espaço (entre elas a Polichat) e foram responsáveis por um dos pontos altos do Apas Show 2019.

A Polichat na Apas Show 2019

Como não poderia ser diferente, a Polichat marcou presença na Apas Show 2019. Com um Stand próprio, apresentamos nossa plataforma para todos os presentes interessados em revolucionar a forma como fazem relacionamento com o cliente por meio do Whatsapp. Empresários do atacado e varejo supermercadista se mostraram muito interessados em compreender como centralizar toda a comunicação de seus negócios com auxílio de nossa plataforma pode ser eficiente e gerar maiores dividendos para a empresa.

Nessa edição do Apas Show, cuja temática dizia respeito ao tema inovação, nós da Polichat nos sentimos a vontade a demonstrar o funcionamento de nossos serviços e a forma como entregamos valor para nossos clientes. Em meio às exposições de outras startups de diversos segmentos e modelos de negócio, contribuímos para a construção de um ambiente de muito aprendizado e troca de experiências entre todos que puderam estar presentes.

Categories
Marketing Digital

Admirável Atendimento Novo

Alguma dúvida de que agilidade, qualidade e gerenciamento no atendimento são essenciais numa corporação, independentemente de nicho, tamanho ou mesmo região? Bem, eu aposto que majoritariamente dirão automaticamente “não”, mas aos que dizem “sim” ou àqueles, que responderem “não”, de forma muito robótica (infelizmente boa parte), e portanto não fazem nada para melhorar, convido para uma conversa rápida, prática e, assim espero, agregadora. Complemento com um trecho da reportagem da revista Exame do mês de fevereiro: “Natura, Google e Nubank são as melhores em atendimento ao cliente. Estudo mostra que para manter uma boa relação com os consumidores é preciso ouvi-los bem — e às vezes isso significa suprimir intermediários”

A máxima de que vivemos numa era digital é mais do que óbvia e, inclusive, é bem provável que esteja me lendo por um smartphone agora ou, caso esteja num desktop, apostaria que entre uma lida e outra, deva olhar o celular para conferir as conversas dos grupos da copa, da família, da empresa, dos amigos de final de semana, isso quando não são todos ao mesmo tempo. E qual a relação disso com a pergunta inicial? Toda! Pensemos… Numa geração em que tudo está, literalmente, na palma de nossas mãos, nossa ansiedade e paciência para esperas, ganharam dimensões muito diferentes. Posso dar um exemplo? Bem, é mais do que comum que haja uma blasfêmia enfática vinda de nossas entranhas ao clicar num vídeo no YouTube e, por razões adversas, a famosa ampulheta entrar e ficar “eternamente” nos pedindo para esperar. Isso é uma demonstração do que costumo chamar de geração YouTube: Uma geração que arrastou envelhecidos e acostumados a esperar a terem mais definições imediatas e “ensinou” muitos novos, que falta de agilidade é sinônimo de problema. Dessa forma, para concluir a relação, fica mais do que óbvio que as pessoas não escolhem mais o que vão ou não esperar, pois o hábito está mostrando que podemos e não precisamos mais passar por isso e, por consequência, não vai ser na hora de resolver um determinada situação, fazer uma compra, fazer um pedido de comida, que isso vá mudar na concepção desse mesmo usuário.

Pensando nisso, há muito o que se melhorar, numa auto analise enquanto corporações. Algumas empresas maiores começaram a trafegar, com um pouco mais de ênfase (mas ainda muito pouco) no conceito de omnichannel. Esse conceito é uma forma estruturada de gerenciar as demandas de atendimento ao cliente, independentemente de onde estão vindo, agilmente e com o máximo de capacidade resolutiva (item importante para se fazer valer a agilidade, é claro). Seja para resolver um problema técnico, seja para fazer uma reclamação, uma compra, uma troca, seja usando WhatsApp, Instagram, Facebook, e-mail, chat online, Twitter, LinkedIn, ligação (cada vez menos usual, diga-se de passagem)… A empresa precisa estar hábil e preparada para ser assertiva, pois (lembrando da geração YouTube) o cliente não vai poupar esforços em trocar de corporação, se a “ampulheta de espera não sair da tela dele”.

Bem, uma vez que provocamos e falamos o que alguns estão fazendo, não seria justo de minha parte, não apresentar uma solução efetiva para isso, não é verdade?! Plataformas para tentar fazer o que foi mencionado no paragrafo acima, existem aos mil, mas alguma que seja focada em ser inovadora, resolutiva, usual, acessível, talvez encontre somente o Polichat. Não quero que seja entendido como presunçoso o comentário, mas de fato há uma enfática pesquisa para se chegar na proposta de valor e conceito dessa plataforma, além de uma clara preocupação de desenhar algo a partir da experiência do cliente.

Pela reflexão, pela esteira agressiva da evolução digital, e principalmente pela geração YouTube, não poupe em começar, pois a conta do tempo esperando para tomar uma iniciativa é inversamente proporcional ao seu ganho de espaço no mercado… Pense nisso!

Categories
Marketing Digital

Uma nova linha de serviços

Uma forma quase óbvia de se reinventar, para manter o crescimento ou até para não ter riscos eminentes de quedas, no mercado é oferecer meios alternativos e menos recursivos para serviços tradicionais. Assim é o Ifood, Uber, WhatsApp, Kindle, entre milhares de outros. Até lembro de uma citação que fiz no primeiro artigo escrito aqui, sobre o que o Murilo Gun chama de life-as-service. Bem, assim sendo e concordando sobre a importância/necessidade disso, vamos a algumas perguntas antes de falar do que creio ser uma nova tendência de serviço e que os primeiros a abraçarem poderão ganhar uma parcela boa do mercado: 1) o que de diferente seu negócio possui e que poderia fazer o cliente optar por você e não seu concorrente? 2) qual foi a última vez que você se dispôs a discutir sobre meios alternativos de oferecer algo ao seu público alvo? 3) seu produto/serviço é sustentável, nesse mercado cujo processo evolutivo está muito voraz?

Ao conversar com uma agência de publicidades midiáticas(focada em redes sociais) de Goiânia, percebi um problema que vivem (ou viviam, pelo menos) que, sem dúvidas, compromete muito a percepção de qualidade do serviço que oferecem — gerar leads às empresas. O problema: O lead gerado, qualificado ou não, não ser devidamente aproveitado pela empresa contratante, por falta ou de qualidade no atendimento ou mesmo de um setor específico para o fazer. Isso, por sua vez, faz com que o investimento feito na geração, que não está sendo convertido em vendas/valor, seja percebido como desvantajoso e, portanto, a relação com a agência tende a estremecer, quiçá parar (inclusive, em momentos mais críticos, costuma ser a ponta mais hábil a ser retirada).

Bem, alguns do setor poderão ignorar esse risco, o que não é inteligente em mapeamentos de ameaças, mas que ele é eminente e claro, infelizmente, ele é. Dessa forma, há meios de lidar com isso, dentre os quais destacaria dois: 1) Ignorar, até porque o problema do não aproveitamento do lead é do cliente e não da agência; ou 2) oferecer meios alternativos para o cliente gozar do que ele realmente precisa, que é a venda, de forma participativa ou consultiva.

Com provocações feitas, convido para que a sequência de leitura (sem que isso soe de forma rude) seja feita apenas por quem realmente se crítica e imagina, dentro desse universo, que precisam e possam não delegar essa problemática somente ao cliente… Falando, portanto, do item dois, o que eu percebo que possa ser uma nova forma de trabalho, por consequência um novo serviço e oportunidade, seria a centralização de todo o serviço de chats nas empresas contratadas (agências mencionadas). Já que o lead está sendo gerado pelas inúmeras ações, por vezes muito estudadas para identificar potencial de compra, personas, nichos e afins, penso que a parte final de falar com o cliente, também deva ser feita pela mesma empresa. O melhor e mais fidedigno feedback de que uma ação foi qualificada, em minha singela opinião, é a forma como o lead gerado (cliente final) chega para comprar. Não é o volume, mas o que ele tem a dizer que dirá o quão eficaz foi. Assim sendo e analisado, vejo que o serviço de recepcionar até tirar o pedido, deveria ser também do mesmo grupo, pois há muito o que se aprender na condução junto ao cliente, para próximas ações, além de tirar a grande culpa de que está sendo ineficaz o serviço contratado, por não estar gerando venda. Sem contar que para a contratante, que por vezes não possui uma estrutura muito emoldurada para dar qualidade no atendimento ao cliente/lead, poderá ser uma solução até confortante.

A qualidade e capacidade resolutiva de tudo que está se fazendo junto ao contratante, ganha outra dimensão e esse novo serviço, pode ampliar as dimensões da agência em não ser somente um grupo para preparar o ambiente e o deixar produtivo, também irá trazer o fruto já hábil a consumo — que é a venda! Vejo nisso tudo um casamento muito oportuno com a ferramenta do Polichat, que poderá ser a plataforma oportunizadora dessa ligação de vários meios diferentes e até números diferentes, chegando num único lugar, que é dentro da agência. Aos idealizadores e empreendedores, que responderam sensatamente as três primeiras perguntas no primeiro parágrafo, me deixo a disposição para falarmos melhor sobre.

Categories
Marketing Digital

Do acaso ao case…

Vamos lá… A conversa de hoje, fugindo do modelo quase tradicional de artigo, será mais um bate papo, bem satisfatório diga-se de passagem, enquanto plataforma e empreendedor, a uma provocação, como todas demais. Claro que, por também puxar uma frente de mostrar o que alguns estão conseguindo a frente de outros, não deixa de provocar, mas será tangencial.

Por uma questão de preservação, não direi as referências — contarei o milagre, sem falar o santo (como diria o ditado). Bem, há quase um mês, depois de um excelente bate papo com um grupo conhecido a nível Brasil, do setor de treinamentos, consultorias e processos seletivos, tivemos uma indicação para esse referido cliente, tema desse bate papo. A primeira boa impressão que tive do grupo, foi a agilidade para nos procurar. Em menos de um dia, desde nossa conversa com o grupo de consultorias e treinamento, acima mencionado, receberam informalmente a nossa indicação e mesmo com algumas poucas ideias trocadas, o grupo referência dessa conversa já nos procuraram. Até não parece muito, se eu não contasse para completar, que são um grupo com ligação governamental (fator que, falando de Brasil, normalmente é associado a burocracias, atrasos, desinteresses, para não falar mais coisas).

Segundo ponto, também muito importante em minha visão, a introdução de uma cultura forte e com intuitos de foco no atendimento. Cansados, notoriamente, da taxativa máxima de que órgãos públicos não são eficientes, que não conseguem ser resolutivos, ou muito menos ágeis, a diretora (recém assumida na posição, em questão) não poupou esforços em buscar melhorias. Evidenciando, pelo menos para mim, que quando queremos, podemos ser diferentes e, por consequência, melhores.

Marcada conversa, muito agregadora e esclarecedora, não hesitaram em evidenciar e transparecer as dificuldades reais de dar uma assistência, uma oportunidade real e clara aos usuários, através do uso de um canal diferente ao tradicional telefone, que mesmo eficiente é limitado. Surgiu então o WhatsApp, um dos canais que usamos na plataforma Polichat, como sendo a maior necessidade para fortalecer esse vinculo, tão fragilizado dada as circunstâncias de contatos dos usuários (poucos usando telefone, efetivamente). Eles, grupo mencionado, não possuíam sequer o número para uso do WhatsApp para oferecer ao público, não sabiam muito sobre fluxos, mas estavam assumidamente prontos para evoluir. Entra, então, a terceira boa impressão desse órgão, que foi mais uma vez a agilidade para poderem dar os primeiros passos — aquisição de um número de celular corporativo, divulgação do número, treinamento do time e preparação interna para um teste. Tudo isso em 3 dias…

Foram, desde então (como comentado, algo em torno de 20 dias de testes) muitas lições e modificações internas, partindo deles, que muito me ensinaram sobre interesse, capacidade resolutiva, oportunidades e, principalmente, questionamento do status quo. Um órgão tão grande e com tanto tempo de existência, poderia ter feito, como a maioria faz (inclusive, fora do âmbito governamental — a maioria, mesmo!) e virado as costas para o problema. Ignorar e deixar que o usuário se vire para se adaptar ao que possuem. Inquietos com tantos feedbacks solicitando mudanças, agregado a boa visão da gestão, arregaçaram as mangas e hoje estão com mais de 7.000 atendimentos mês nesse novo canal (e crescendo muito).

Para encerrar o bate papo de hoje, o grande moral desse case, para mim, é que indiferentemente do setor, tipo de público ou tamanho de sua empresa, sempre haverá espaço para mudar e buscar melhorias. Isso quando já não há algo gritando em sua frente para evoluir, como são os atendimentos com uso de omnichannel. Sem frases de efeito para ser ainda mais moralista, no quesito evolutivo, termino com uma pergunta: Podemos, assim como fizemos com esse grupo, os ajudar a partir de quando? Já sabem como, por que e onde nos procurar…

Categories
Polichat

A linha tênue do Sucesso e do Fracasso

Momentos atuais me fizeram pensar muito sobre essa temática, que também trafega dentro da linha do “clichezismo” em discursos batidos da gestão, mas tentarei fugir da mesmice com um pouco da minha situação atual — focar mais em fatos, a discursos de autoajuda.

Uma situação típica de rotina: Tenho um problema com meus atendimentos via WhatsApp, pois minha demanda está alta demais (felizmente) e minha capacidade de ser resolutivo, produtivo e eficiente com a lógica de respostas é completamente ineficaz (até porque a lógica atual de uso da ferramenta é bem modesta e pontual). Existem alguns comportamentos esperadas para lidar com um momento como esse: 1) Ignorar a problemática e seguir como se está, ciente que é assim e que o cliente deverá entender; 2) Parar de usar o WhatsApp por falta de uma solução adequada e por temer que o manter com um atendimento ruim, pode piorar a relação de percepção do cliente; 3)Buscar incansavelmente alguma solução para resolver o que soa como oportunidade, quiçá necessidade. Bem, parece meio óbvia que a escolha mais apostada por todos seria a número 3, correto?! Afinal, como um bom empresário/gestor essa decisão parece a mais saudável…

É aí que entra a justificativa do título desse artigo. O óbvio dá espaço ao injustificável, com mais frequência do que imaginamos e, vou até mais, os provocarei aqui a reflexão sobre como vocês, leitores, já passaram ou passam por isso (e terão justificativas na ponta da língua, para não assumir a decisão inadequada). Pergunta simples: Quantos de vocês, enquanto gestores/empreendedores usam o WhatsApp como um dos canais para acessar ou ser acessado o cliente final? (aqui já haverá mais de 50% afirmando, de forma pouco lógica, que para o negócio que praticam, isso é inviável… ou seja, decisão de retroagir em meio a uma tendência clara de mercado). Aos demais 50% que responderem que já usam o WhatsApp, fica a pergunta: O que fazem para melhorar a qualidade resolutiva, agilidade e eficiência do seu time de atendimento para ganhar escala? (e lá chegam mais 80% de justificativas, por vezes quase convincentes. Não obstante, esquecem que não é a mim que precisam convencer. O mercado é quem pede respostas, porque senão irão bater na porta de outra empresa mais preparada).

Para encerrar, ainda dentro da linha provocativa e com a ponte já criada para o título do artigo, para mim a zona do sucesso, o qual não sei ainda se pertenço, é volátil e muito dinâmica. Diferentemente da zona do Fracasso, que é cômoda e inerte. Sua incessante busca por mudanças, questionamentos do status quo e também ambição para ser mais (seja em qualidade percebida ou seja quantitativamente) são seus melhores combustíveis para trafegar, ainda que por vezes, no sucesso… Vai dar certo? Não sei, mas sem dúvidas é a única forma de ter chances, já que cruzar os braços e se acomodar já evidenciou qual ambiente o abraçará calorosamente.


Categories
Polichat

Na ardilosa esteira da evolução…

Durante um tempo livre em descanso na academia, me determinei a desenvolver uma outra musculatura, muitas das vezes negligenciada por nós, mas que também é muito carente de trabalho continuo e eficiente para apresentar melhor desenvoltura- o Cérebro. Obviamente, por estar dentro de um ambiente menos oportuno para um estudo ou leitura, pois como dito faço numa academia, uso os fones de ouvido para ouvir alguns podcasts, palestras pelo YouTube ou mesmo audiobooks do app 12 minutos (recomendo a prática mencionada acima, aos viventes da rotina workaholic). Bem, em uma dessas atividades, ao ouvir o Murilo Gun, que até pouco tempo para mim era apenas um hilário comediante com boas sacadas nas esquetes montadas, comentou numa palestra no TED-x sobre a forma ágil que o mundo tem evoluído e como nós, assim como a equação de calculo da velocidade (Delta S sobre Delta T), precisamos estar com as mesmas condições. Caso contrário, iremos ser engolidos pela estagnação e falta de oportunidades. Minha discussão, portanto, é justamente sobre essa sacada, que por mais que pareça óbvia a todos os aspectos de nossa vida, é muito ignorada e nos faz, portanto, a seguir a incrível tendência do remediar, por já estar com as sequelas.

Há alguns dias escrevi sobre a nossa condição de nos adaptar ao que vivemos hoje, no que se refere a agilidade de atendimento com multi canais e com o mínimo de recursos possíveis (conceito básico de eficiência). No artigo, ainda evidencei a geração que engole dia a dia nossos novos comportamentos de expectativas e paciência e, que por consequência, tende a migrar nossa relação como consumidores e empreendedores para um mundo totalmente digital, ainda que humano. Isso, amigos, é um grande sinal do que o Murilo, como mencionado no paragrafo acima, diz sobre a esteira da evolução (aos interessados no vídeo, basta procurarem no YouTube: Murilo Gun — Life as a service). Numa vida corporativa, isso pode ser facilmente traduzido para: ou nós criamos musculatura, através de aprendizados, adaptações ou inovações, ou seremos ultrapassados pelos concorrentes!

Como já mencionado também, parece óbvio que esse exercício seja feito pelas empresas, certo!? Aí é que está a grande lacuna entre a realidade e o mundo ideal. Sempre nos munimos de bons discursos, enquanto gestores/empreendedores/colaboradores, para justificar a nossa inércia (“meu ramo é diferente!” / “estou muito sem tempo arrumando umas coisas da empresa” / “ninguém do meu setor olha pra isso não” / “meu público não usa essas coisas”). Nisso, com menos tempo para gastar com justificativas, os poucos sábios que forem avançando, oportunizando-se com o que ninguém ainda fez ou fazendo ao mesmo tempo que os demais para não ser engolido, são aqueles que o Jim Collins chama em seu livro de “excepcionais e duradores” (Feitas para Durar).

Para concluir, um caso simples para fazer metaforicamente todos terminarem se questionando… Uma certa empresa de sandálias, selecionou dois distintos diretores de seu grupo de colaboradores, para fazerem uma viagem investigativa sobre o mercado chinês. Todos comentando sobre o quanto é oportuno entrar nesse mercado e, claro, o CEO não hesitou em buscar meios de se colocar por lá, também. Pois bem, ambos diretores selecionados ficaram apenas 1 dia conhecendo a população chinesa (isso mesmo, no final do primeiro dia já ligaram desesperados para contar o que estavam vivendo). Inclusive a ideia era que isso fosse mais longo, mas tudo bem, uma vez que algo poderia ter saltado aos olhos deles. O primeiro, mandou a seguinte mensagem ao diretor: “Impossível que façamos negócios de sucesso por aqui. Do aeroporto até o hotel, depois na rua para encontrar algo a se comer e no caminho de volta, devo ter visto duas lojas de chinelo e a maioria das pessoas estavam descalças. Cancelemos a iniciativa, pois esse mercado não é para nós!”. O CEO ainda apurava a mensagem recebida, quando chegou a segunda mensagem do segundo diretor: “Encontramos o nosso paraíso, chefe. Do caminho do aeroporto ao hotel, depois na rua para encontrar algo a se comer e no caminho de volta ao hotel, encontrei apenas duas lojas de chinelo e a maioria das pessoas não usam. Esse mercado é para reinarmos com hegemonia e ineditismo. Basta sabermos usar a cultura a nosso favor!”… Para não precisar terminar a história, o convido a fazer o papel do CEO e tomar a decisão que acha mais adequada para seu crescimento e fortalecimento. Não há certo ou errado, apenas perspectivas que te levarão a rumos diferentes. Minha decisão, ao criar o omnichannel, já foi tomada, e a sua?


Categories
Marketing Digital

WhatsApp se adequando ao mundo dos negócios

Uma vibrante notícia nos foi enviada na última semana — A API oficial do WhatsApp, enfim, está disponível para uso de intermediadores. Excelente isso, não é verdade?! Bem, depende muito da sua posição enquanto empresa para responder isso…Por isso acho que precisamos esclarecer melhor o que tudo isso significa e, até usando a nova onda de matérias FAKES / FATOS, tirar as ilusões dentre as realidades.

Primeiramente, antes de esclarecer algumas dúvidas, é muito bom saber que o WhatsApp, enfim, se permitiu mudar, para se adequar ao âmbito profissional latente atual. Ainda há muito o que aperfeiçoar nessa primeira versão de API, mas já é muito melhor do que a “antiga” postura dura de não oportunizar aos empreendedores usarem esse meio de uma forma uma pouco melhor.

Seguindo sobre o que ter como expectativas e verdades com essa noticia… Vou separar em tópicos para facilitar compreensão, assim espero:

1 — É extremamente importante que se entenda que não existirá um APP novo do WhatsApp dedicado às empresas e muito menos uma evolução da plataforma atual. Trata-se de uma API, que em palavras mais esclarecidas aos poucos entendidos do termo técnico, é uma espécie de liberação para acessar e levar informações do ou ao sistema que já possuem pronto.

2 — Não é só falar que quer e esperar cair do céu, pois é importante que haja uma empresa fazendo essa ponte de criação do que se espera, do que se pode com o WhatsApp. Estamos vendo a torta e a direita empresas falando sobre as integrações, mas na prática o buraco é mais embaixo. Há muitas dificuldades e o mundo esperado (ideal) pelas empresas praticamente nenhuma empresa conseguirá ainda entregar (eu poderia apontar uma com toda convicção que consegue — POLICHAT!).

3 — Haverá sim custos a todos os envolvidos. Uma série de notícias mal anunciadas, está trazendo uma compreensão errada por parte dos empreendedores que desejam usar, de que será (assim como já é o WhatsApp atual) gratuito. Não será, pois como dito no item anterior, será necessário contratar um sistema que crie essa interface entre o WhatsApp e o que se espera extrair.

4 — Para finalizar, duvide do que dizem sobre as funcionalidades. As restrições impostas foram grandes e, somente com bastante domínio do assunto, empresas conseguirão entregar adequadamente o que se espera. Importante pesquisar bem ou ir em quem já fala sobre o assunto de OmniChannel há mais tempo. Poucos, como dito, estão verdadeiramente hábeis a montar um sistema de monitoramento e gerenciamento adequado (volto a dizer que conheço basicamente um que será encaixado ao seu negócio, independentemente do ramo — Polichat!).

Assim sendo e, espero, esclarecidos, os aguardo com mais convicções para boas tomadas de decisões. Não confundam gato por lebre e, muito menos, aguardem o APP novo do WhatsApp os cair pronto. Boa sorte na nova jornada de atendimentos, que no nosso primeiro artigo já salientávamos sobre a importância.


Categories
Polichat

O Brasil que eu quero …

A fim de navegar um pouco a onda do modismo, vou aproveitar a campanha que a rede Globo criou, em que abre espaço para os cidadãos de diferentes partes do país, diante de algum local que possa representar bem a cidade de onde falam, e explicitam desejos e ímpetos sobre a temática (título desse artigo). Gostaria, por vez, de tentar de uma forma um pouco mais delongada, com mais argumentações do que as permitidas nos posts, bem como menos focada na parte política (não por estar confortável com o cenário, mas por querer mais divagar sobre ambições nossas, enquanto cidadãos e formadores da economia).

Bem, acho que eu dividiria essa carta argumentativa em tópicos, tanto para facilitar a compreensão, quanto para deixar delineada e separar toda a linha de raciocínio. Assim sendo…

1 — Mais eu e menos ele: O Brasil que eu quero (talvez o mundo que eu quero) envolve um pouco de auto crítica. A nossa capacidade de justificar, sem resolver, ou de achar que podemos apontar dedos, sem olhar nossa parcela de culpas e obrigações com nosso destino/caminho é algo peculiar. Há um livro que gostaria de compartilhar com vocês (e se preparem, pois ele é um senhor tapa na cara moral sobre nossas incansáveis formas de nos preparar para nos proteger e nos isentar das culpas). Se chama Consciência nos Negócios — Fred Koffman. Como o livro nos apresenta, de uma forma bem desafiadora, enquanto a queda do lápis for responsabilidade da gravidade e não de nossa desatenção em o soltar das mãos, não teremos condições de dominar nossos passos e, portanto, ficar acusando A e B de que o mundo não é melhor, por conta disso

2 — Mudar a partir do que posso, e não pelo que gostaria : Sempre simples dizer que se eu tivesse um carro melhor, uma casa melhor, um emprego melhor, uma família menos problemática, uma cidade menos violenta ou um setor mais abastado, a vida seria melhor. O Brasil que eu quero não parte do que seria ideal, mas do que podemos fazer hoje com o que somos para tentar chegar ao ideal. Me entristece pensar que boa parte das gravações dessa campanha da Globo tenha sido mais a busca pelos quinze segundos de fama, do que a iniciativa de protesto e seguido de uma ação. Se não arregaçarmos as mangas, enquanto gestores/empreendedores e encararmos nossos problemas de rotina com mais naturalidade e frieza, sem que a lamentação seja nossa única forma de achar o nosso gramado menos verde, iremos sofrer da pior forma — que é não saindo do lugar!

3 — Insatisfação constante para ser excelente e não somente bom: O Brasil que eu quero critica sim, o mimado, Neymar, bem como o Tite, pelas atuações limitadas e pouco prestativas na copa, mas porque enquanto pessoas/cidadão/empresário/colaborador somos também os melhores no que fazemos. A insatisfação pelo desempenho ruim, não pode ser pontual para a seleção, para o time que torcemos, para o motorista do táxi que freou inadequadamente na pista, ela precisa ser constante a partir e principalmente dos nossos próprios atos, pois não basta ser bons, temos que ser excelentes. Se isso sair das cobranças de 4 em 4 anos dos 23 convocados e cair mais a cada 4 segundos de nós conosco, seremos muito melhores e os resultados nos alavancarão.

4 — Menos iniciativa e mais acabativa — Por fim, mas não menos importante, o Brasil que eu quero se preocupa com execuções das coisas. Creio que ideias boas, todos já tivemos (e isso, por mais que possa soar duro, não é nem tão genial). Temos que ter, de fato, é atitude! Não é pensar e tentar, mas na primeira dificuldade já parar e ir ao primeiro item aqui mencionado… Temos que persistir, planejar, executar, aprender, cair, levantar, replanejar, executar novamente, conseguir, perder mais uma vez (e assim parar de achar que os bem sucedidos são sortudos, e não pessoas que tentaram muito mais do que os demais). Usemos a máxima de Thomas Edison — “A criação da lâmpada foi 1% inspiração e 99% transpiração”.

Para fechar, a intenção de usar o tema da emissora, já por vezes mencionada, além de ganhar gancho da iniciativa, que é muito boa, é mostrar que dentro de nossa vida corporativa, vivemos situações o tempo todo que nos provam enquanto pessoas que querem mesmo ser melhores. Não obstante, quase nunca estamos realmente fazendo algo que não seja compartilhar um vídeo, gravar um depoimento emocionado ou algo pouco eficiente ao propósito. Faço um convite final de que gastem menos memória dos celulares tanto gravando como baixando vídeos assim, e usem mais as próprias memórias. Tenho certeza que essa parte física pode muito mais adequadamente, trazer enfim o Brasil que todos queremos, se bem usada.